No Planalto, Dilma ganha de presente cão labrador PDF Imprimir
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Qui, 16 de Fevereiro de 2012 12:34

LabradorTabeliã cearense disse ter viajado a Brasília para entregar o cachorro.
Assessoria da Presidência informou que cão vai morar na Granja do Torto.

A presidente Dilma Rousseff ganhou nesta quinta-feira (16) de uma eleitora, no Palácio do Planalto, um filhote de labrador. A cearense Márcia Vieira Diógenes viajou para Brasília especialmente para entregar o cachorro para a presidente. "Nós temos que estar entre amigos", disse Márcia.

Por volta das 9h30 desta quinta, Márcia chegou ao palácio com o filhote de dois meses e meio usando uma gravata azul e vermelha. "O nome eu não escolhi, deixei para a presidenta escolher", disse a tabeliã, que mora em Fortaleza e chegou a Brasília nesta quarta.

"Comprei o filhote no final do ano e estava com o cachorro há um mês porque eu não tinha encontrado uma forma de entregar", disse.

Na internet, Márcia ficou sabendo que existe um departamento específico no palácio onde as pessoas deixam presentes para a presidente. "Eu vi que tinha um setor que era apropriado para isso. Pensei, então: não vou perder o cachorro, vou a Brasília. Eu tinha que fazer a tentativa, ousei e deu certo."

Márcia se diz fã da presidente e conta que nunca havia votado no PT antes de decidir dar seu voto a Dilma. "Eu sempre a admirei. Agora quero me filiar ao PT."

Até a noite desta quarta-feira, ela ainda não sabia que a presidente já cria dois cachorros. Um deles, chamado Nego e herdado do ex-ministro José Dirceu, chegou a participar de propaganda eleitoral durante a campanha de 2010. "Quando me contaram, fiquei contente porque imaginei que ela aceitaria meu presente."

A assessoria de imprensa do Planalto afirmou que Dilma adotará o animal, que irá morar com os outros dois cachorros da presidente na residência oficial da Granja do Torto.

Caso qualquer pessoa queira enviar um presente a Dilma poderá entregá-lo pessoalmente no Palácio do Planalto ou enviar por Correio ao endereço: Palácio do Planalto, Praça dos Três Poderes, Brasília - DF, CEP 70150-97.

 
Advogada diz que não pedirá absolvição de Lindemberg PDF Imprimir
Notícias
Qui, 16 de Fevereiro de 2012 12:39

Defesa quer que ele seja condenado por homicídio culposo.
Promotora disse que réu é 'mentiroso e manipulador'.

Advogada

A advogada de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel em outubro de 2008, disse ao Tribunal do Júri que seu cliente não é um “bandido” e que não pedirá a absolvição dele. Ana Lúcia iniciou o debate no Fórum de Santo André, no ABC, por volta das 12h desta quinta-feira (16). Ela terá direito a falar durante uma hora e meia.

"Enxerguem esse rapaz como um parente dos senhores, pois ele não é bandido", pediu Ana Lúcia aos jurados. "Não vou pedir a absolvição dele. Ele errou, tomou as decisões erradas e deve pagar por isso, mas na medida do que ele efetivamente fez."  Ela pediu que seu cliente seja condenado por homicídio culposo - quando não há intenção de matar. "Peço que os senhores condenem o Lindemberg pelo homicídio culposo, pois ele não desejou o resultado. Ele sofre pela morte dela", fala.

Nesta quarta-feira (15), o réu admitiu pela primeira vez durante o júri ter atirado em Eloá. Foi a primeira vez que se pronunciou desde o crime. "Lindemberg não falou antes porque eu sabia que ele seria pronunciado e a decisão caberia aos senhores", disse Ana Lúcia aos jurados.

Antes de Ana Lúcia iniciar sua fala, o debate contou com o pronunciamento da promotora Daniela Hashimoto. Ela afirmou que o réu é “mentiroso, manipulador e dissimulado”. “É esse rapazinho, bonzinho, coitadinho, arrependido, que veio aqui pedir perdão, ele fez um pedido sincero em frente à mídia, mas ele é uma pessoa que simula e é dissimuladora”, disse a promotora em relação ao pedido de perdão feito por Lindemberg nesta quarta-feira durante seu depoimento.

Durante sua apresentação, Daniela manipulou o revólver calibre 32 usado pelo réu para manter Eloá refém. Foi dessa arma que partiu o tiro que matou a ex-namorada do motoboy. A promotora andou com o revólver pelo plenário e puxou o gatilho algumas vezes. “Lindemberg atirou para matar, sim.”

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